Boas vistas

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

LAMAS D'OLO-VARZIGUETO 3Dez2009 ALVÂO

LAMAS D'OLO/BARREIRO/VARZIGUETO/ASSUREIRA/LAMAS D'OLO. Percurso marcado pelo Parque Natural do Alvão.


Os companheiros, encapuçados, dão os primeiros passos naquele que foi um dos passeios mais bonitos neste Alvão tão "meu".
E começou, assim, o dia, com imenso nevoeiro e frio... afinal estávamos em dezembro e a cerca de 900 metros de altura.
Tudo começa em Lamas D'Olo, aldeia significativa e de referência nesta serra. Quanto a mim, para além da neve, esta aldeia possui os lameiros de planalto mais belos que vi até hoje. E, o rio, Olo de seu nome, (não sabendo o que este significa, mas só pronunciá-lo é agradável) ali mesmo ao lado, nascendo na vertente norte da serra onde a aldeia se encaixa.

E o rio será quase sempre o fio condutor deste trilho descendo até Barreiro.





BARREIRO
















DO BARREIRO A VARZIGUETO

Sair do Barreiro ainda com nevoeiro intenso, presumia-se que este se estava a "levantar", o que viria a acontecer.
Depois, a estrada municipal até à aldeia seguinte será um breve trecho. Percurso sobejamente conhecido, aparentemente menos deslumbrante que tudo o resto... mas belo!











VARZIGUETO





O CAMINHO E O RIO
 As verdadeiras cabras monteses.
DE VARZIGUETO A ASSUREIRA









ASSUREIRA






DE ASSUREIRA A LAMAS D'OLO











Não sei bem quantos quilómetros foram feitos, mas seguramente cerca de 15. A luz esteve magnífica, mesmo quando estava nevoeiro. É um privilégio poder andar no Alvão, sempre!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

TRILHO DE CUBAS. VILA POUCA AGUIAR (PR7)-23jUN2011

Mais um percurso, excelente na paisagem, que a Câmara de Vila Pouca de Aguiar nos oferece. Foi feito na companhia do melhor dos caminheiros, uma vez que, como se viria a demonstrar, foi ele que descobriu o seguimento do trilho ao oitavo quilómetro. Aí, a passagem estava obstruida, resultado da falta de manutenção da dita Câmara.



A saída de Barbadães de Cima, terra aparentemente triste. Não se via vivalma e caminhamos numa paisagem de castanheiros em flor.


A vegetação foi sempre muito variada, num dia de muito calor.


Estes caminhos são belíssimos e foi sempre a descer até Loivos.


Eis o caminheiro!




Alguns dos castanheiros sobrevivem à "tinta" e ao "cancro" retoiçando, mostarndo o poder sobre as doenças. Daqui a uns anos haverá alguns já resistentes(?)


Magníficas flores da castanea sativa.


Mais cancelas.






A subida para Cubas.


Um exemplar ainda em actividade de um carro de bois (carro de bois junguidos, 2 bois).




Esta é a Serra da Padrela, onde se veêm plantações recentes de castanheiros. Este soutos trazem riqueza através da exportação da castanha. O Brasil é um dos destinos preferenciais.






O final, na descida para Barbadães novamente.

Agarez/Galegos/Arnal- 5Mar2011


Em pleno Parque Natural do Alvão, este percurso relativamente curto, perto de Vila Real, atravessa Galegos da Serra e Arnal, esta última aldeia é uma das mais inóspitas e agrestes que conheço, para voltar ao início, Agarez.


A pequena subida, com vista magnífica sobre o vale de Vila Marim e a cidade de Vila Real, vai ao encontro da Ribeira de Arnal, que se atravessa numa ponte de betão junto ao moinho desactivado.


Águas de inverno na Ribeira de Arnal, perto do moinho de água.




Estas fragas são o prenúncio do que os deuses reservaram para esta vertente do Alvão.




A já referida ponte. A partir daqui começaremos novamente a subir em direcção a Galegos da Serra.


Um pouco da paisagem humana em Galegos.








Antiga casa do guarda-florestal, é hoje refúgio do Parque, podendo ser alugada. Um excelente local para um fim-de-semana.


Arnal, para além de imensos atributos do meu ponto de vista (o isolamento, o frio, as penedias, as paisagens, os lameiros, as gentes...) tem ainda um souto de castanheiros cuja idade já ninguém sabe dizer. Verdadeiro museu da castanea sativa, este souto merece um olhar demorado.





Nunca o caos granítico será tão bem definido como aqui, em Arnal.


Como foi possível, como é ainda possível, viver aqui!?




Saindo para norte de Arnal, descemos pelo vale pequeno, de lameiros bem arranjados em direcção a um dos ex-libiris do Parque...



A cascata de Arnal. No verão é dos locais mais aprazíveis de Vila Real.




Estas fragas, naturais, poderiam ter já um título. Por exemplo "mãe e filho".


A carqueja, Genista tridentata, antes da floração.