Boas vistas

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Bastão

Estes são os bastões de um pobre caminheiro. Sem eles quase nada se anda, poucos obstáculos serão transponíveis.
Salvo aqueles que nitidamente foram comprados, a maioria são bastões feitos à mão, muitos deles colhidos nas terras de Trás-os-Montes, outros desde a Suiça aos Picos da Europa.
Conhecem várias terras e montes, vales e rios, linhas de combóio ou simplesmente este canto onde se encostam.
As ruas de Santiago ouviram os seus ressoares nas pedras sujas e rasgadas por tantos pés peregrinos. Os cães menos simpáticos temeram-nos e as silvas afastaram-se, a custo, mas dobraram-se à sua força e persistência.
Bastões, enfim, que acompanham as solas e lhes dão vigor para mais um quilómetro, para mais uma esperança de caminhada. Aguardam a próxima incursão, pacientemente.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Linha do Sabor 1

POCINHO- TORRE DE MONCORVO
E assim começa um trilho de uma linha morta, restos humanos numa paisagem deslumbrante.

A famosa ponte de dois tabuleiros, restos de ferro

A estação do Pocinho
A separação das vias larga e estreita, Douro e Sabor
O abandono
Rio Douro
As dificuldades do início, com a vegetação a impedir a passagem
Um olhar atento
Desmoronamento
Linhas

Flores e amigos

Os dois mais fortes caminheiros
A passada persistente
O quilómetro da coragem antes da difícil passagem através da vegetação quase impenetrável
Flores na linha
Doirado
Conversas sobre máquinas fotográficas

cores



Persistências
Mais amendoeiras em flôr


Oliveiras
Apeadeiro
"Horizontes da Memória"
"Horizontes da Memória" 2
Vè-se o fim

"Quebras de página"
O vento

As curvas e o Achim

Oliveira
Moncorvo
Matriz de Moncorvo

Águas passadas

Fim do trilho por hoje, numa estação abandonada